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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A História de Lowi Avardan, parte 2


Parte 2 – A grande tragédia

A história de nosso mestre Maylen nos causou, obviamente, um grande espanto. Agora eu e meus colegas possuíamos as Relíquias de Ildossar, um presente encomendado pelo Imortal Mealiden para um presente à Lady Callarii. Éramos agora os guardiões do Clã Callarii.

Durante uma década e meia Erial, Nali e eu continuamos nossa vida em Rifllian. Trabalhávamos como defensores da cidade contra góblins e alguns ladrões que vez ou outra assaltam os comerciantes da cidade. Por opção, escolhemos não espalhar a história das Relíquias de Ildossar. Não queríamos que uma história nos fizesse heróis, queríamos ser reconhecidos como tais. Mestre Maylen também continuou na aldeia, mas agora, era raramente visto, apenas eu e meus colegas o visitávamos alguma vezes por ano.

Foi numa ventosa tarde outonal de Ambyrmont que vivi o momento mais infeliz de minha vida. O vento soprava lentamente, como se a própria terra estivesse em luto. E então, vimos uma enorme silhueta no crepúsculo. Eram nossos irmãos de Alfheim que chegavam a nós Callariis, buscando aconchego. Os elfos que habitavam Rifllian, mesmo aqueles que eram ricos comerciantes, pararam imediatamente o que estavam fazendo e correram para o horizonte para ajudar seus semelhantes. Naquele dia, cerca de trezentos elfos chegaram à Rifllian, e mais duzentos chegaram nas semanas que se seguiram.

Ajudei a um homem de aparência jovem, que aparentava ser apenas algumas décadas mais velho que eu. Ele era forte e de aparência saudável, mas seu corpo estava coberto de feridas. Carreguei-o até minha tenda, mas quando ia sair para buscar alguém que pudesse lhe prestar melhores cuidados, ele segurou meu braço e disse:

 - Deixe que os curandeiros daqui cuidem dos outros primeiro.

Ao ouvir tal pedido, voltei-me e sentem ao seu lado. Tratei de seus ferimentos da melhor maneira que pude, como Maylen me ensinou. Quando terminei achei que estava adormecido, mas para minha surpresa ele disse:

Selleon como o encontrei
 - A quem tenho a honra de conhecer?

 - Meu nome é Lowerdin Avardan – respondi, um pouco assustado – agora descanse, meu caro...

 - Selleon. Selleon Ivorein.

No dia seguinte, sai de minha tenda e fui direto à morada de Mestre Maylen. Rifllian estava desoladora. Havia refugiados por todo o local, o comércio estava parado e muitos outros elfos que viviam no interior da floresta de Radlebb vieram para prestar assistência aos imigrantes. Mestre Maylen estava hospedando uma família conhecida sua. Disse-lhe:

 - Mestre, precisamos fazer algo!

 - Já estamos fazendo o que está ao nosso alcance, Lowi – respondeu-me.

 - Tal injustiça precisa ser reparada. Alfheim é sua terra natal, mestre! Podemos reunir os guerreiros Callarii de toda Radlebb e talvez até o próprio duque Thyatiano que governa essas terras nos preste assistência. Em um mês, talvez dois, poderemos nos agrupar e marchar para Alfheim!

 - As coisas não são tão simples assim, Lowi. A tragédia que se abateu sobre Alfheim é de proporções nunca antes vistas. Não seja tolo, rapaz, ajude às pessoas que chegarem e estará fazendo muito por elas.

Sai da tenda de Maylen sem dizer mais nada e quando voltei à minha, encontrei Selleon tentando se levantar e empurrei-o de volta para a cama. O elfo aceitou a contragosto. Depois que lhe dei algo para comer, contou-me sua história. Disse que Alfheim está em guerra com os elfos das sombras há mais de meio século. A magia que protegia o reino era pouco a pouco dissipada à medida que o inimigo avançava. Os Drows, como se chamavam esses elfos, lutavam em número assombroso, usando magia destrutiva poderosa e comandando criaturas infernais que habitavam as profundezas. Toda a floresta mágica de Canolbarth fora corrompida e agora havia somente desolação.

 - Minha família é de Feador, ao leste do reino. Eu trabalhava como mensageiro e já viajei a todos os limites de Canolbarth. Também lutei para proteger minha cidade natal, mas minha mulher, fora o primeiro alvo dos invasores. Ela e todos os outros clérigos de Feador foram mortos por uma enorme criatura que não ouso nem mesmo descrevê-la. Minha pequena filha, Airin, fora capturada pelos malditos drows. Juntei-me à uma comitiva que fugia para uma terra que ainda chamávamos de Traldar, onde há séculos a tribo de Lady Callarii se estabelecera. Estavam todos esperançosos de que nossos irmãos nos receberiam bem, e felizmente, assim o foi.

Selleon hospedou-se em minha tenda e nos tornamos grandes amigos. Ele me deu muitos detalhes sobre a invasão Drow e situação de Alfheim. Em mim, crescia cada vez mais a vontade de fazer algo. Não sabia dizer exatamente o que queria. Sabia que não podia vencer os Drows sozinho, mas não podia ficar parado. Tinha de ir à Alfheim. No entanto, mesmo com essa determinação, passaram-se ainda alguns anos antes que tomasse minha derradeira decisão.

 - Você está louco! – gritou-me Maylen batendo a caneca com vinho na mesa, após me ver com a espada na bainha e a mochila pronta para viagem, Erial e Nali lançavam-me também olhares com um misto de reprovação e surpresa – você vai morrer logo que pisar em Alfheim! Além do mais, você possui uma das Relíquias de Ildossar, não podemos permitir que ela caia em mãos inimigas. Mais do que isso, as Relíquias devem permanecer juntas!

 - Então venham todos comigo! Tenho certeza que se estivermos juntos podemos fazer algo por Alfheim. Se ficarmos aqui parados não é que não estaremos fazendo nada – respondi.

 - Sua motivação é nobre, Lowi, mas não pode ser tão impulsivo. Vai cometer uma grande loucura! – disse-me Erial.

 - E ainda tem coragem de convidar-nos para a morte certa! – disse-me Nali.

Durante mais de uma hora, Maylen e meus colegas tentarem me convencer desistir desta ideia. Mas naquela mesma noite, deixei um recado à Selleon em minha tenda e parti. Nos primeiros dias de minha viagem vaguei perdido pelas florestas e colinas de Karameikos. Sentia muito medo, mas não podia voltar. Desejava profundamente que meus amigos tivessem vindo.

O treinamento de Maylen me preparou para diversas situações em uma viagem ou aventura, mas é somente quando se caminha com as próprias pernas que se aprende de verdade. Após uma semana de caminhada nos campos karameikanos cheguei à um pequeno vilarejo chamado Verge. Lá conheci Alex e ser desprezível (que eu infelizmente só iria perceber muito mais tarde) chamado Lom. Foram os primeiros companheiros que tive em minha jornada e isso acalmou meu espírito.


Um dos locais em Alfheim como Selleon me descreveu, no entanto, hoje está totalmente corrompida
O resto você já conhece, minha querida Rubi. Viajamos durante algum tempo pelas áreas rurais e silvestres do reino, onde o mal se manifesta até mesmo nas menores formas. Não imagino que isso tenha me atrasado de minha missão para com meus irmãos de Alfheim, sinto profundo prazer em ajudar as pessoas que encontro em meu caminho, como a jovem traladarana, aspirante à Espada de Halav, que sonhou com um unicórnio em perigo. Havia também o povo que tinha seu dinheiro extorquido por aquele maléfico gnomo. Marna a fugitiva dos Drows; o mercador Juster, sequestrado pelo Anel de Ferro; Bertrak, Teobaldo e outros que sofreram com a maligna bruxa. Tenho certeza que tudo isso deixou-me mais forte, e aproximou-me mais de minha missão.

domingo, 23 de dezembro de 2012

A História de Lowi Avardan


Parte 1 – A vida nas Florestas de Radlebb

Minha cara Rubi... Não acha que essas almofadas de tecidos Ylaruanos são um luxo desnecessário para nossa modesta base de operações? Tudo bem! Entendo seu bom gosto, sentemo-nos nelas e contar-te-ei minha história. Imagino que tenha lido meus últimos registos, não? Eles são importantes para entender minha história. Como coloquei, os Elfos Callarii são descendentes do clã liderado pela magnífica Lady Callarii que abdicou de seu amor, o Imortal Mealiden, em nome do povo élfico que não podia seguir viagem. Meus ancestrais chegaram nesta terra num momento em que o povo traladarano vivia o período conhecido como Era Negra. De fato, talvez aquele momento também fosse uma era negra para os elfos.

A tribo de Lady Callarii se instalou nas florestas de Radlebb, onde plantou nossa Árvore da Vida, da qual falarei em uma oportunidade futura. Por isso, até hoje, a maior parte dos Elfos Callarii nasce no interior dos bosques. Há, como você deve ter imaginado, goblins por lá. Nossos pais se preocupam bastante com fato e por isso os casos de ataques goblinóides à crianças elfas são muito raros – mas acontecem. No entanto, nesses meus poucos cento e oito anos nunca ouvi nenhum caso grave.

Nossa infância é muito similar aos contos de fadas e sonhos dos humanos. No interior da floresta brincamos de esconde-esconde com as pixies de asas coloridas, que não têm mais de trinta centímetros de altura. Aprendemos sobre o este e outros mundos ouvindo as belíssimas narrativas e canções dos sátiros. E os centauros ensinam-nos sobre as plantas e os animais, principalmente sobre os cavalos. Por volta dos nossos cinquenta ou setenta anos atingimos a maioridade e partir de então começamos a buscar nossos próprios caminhos. É como acordar de um sonho que durou uma vida inteira. Cada um busca a profissão com que mais se identifica. Alguns se tornam patrulheiros das florestas, outros se tornam criadores de cavalos ou agricultores. Poucos se tornam comerciantes ou aventureiros.
A infância dos Elfos Callarii em meio as fadas é indescritível como um sonho

Eu acreditava que estava destinado a ser um silvicultor, como meus pais, plantando as belíssimas árvores da floresta que produzem madeira, raízes e seiva de ótima qualidade. Para nós elfos, as árvores crescem como num piscar de olhos. No entanto, em uma de minhas visitas à Rifllian, principal posto comercial dos Elfos Callarii que conheci Maylen Silverbow, um famoso aventureiro de Alfheim que iria se estabelecer na região por algum tempo.

- É isso mesmo que entendeu, meu jovem, – disse-me Maylen com seu jeito espalhafatoso, colocando os pés sobre a mesa da taberna e acendendo um cachimbo avermelhado – tirarei umas férias de algumas décadas aqui em Radlebb e gostaria de ensinar um pouco do que aprendi para alguns Callariis jovens que sejam especiais.

- E o que faz o senhor pensar que sou especial? – perguntei um pouco confuso.

- Com isso me preocupo eu – respondeu o aventureiro após uma longa baforada – de qualquer forma, penso em começarmos imediatamente, isto é, daqui uma ou duas semanas. Mas se aceitar preciso que já fique comigo até lá, envie portanto um mensageiro a seus pais, comunicando-os de sua decisão.

Maylen Silverbow: um mestre
que é exigente no treinamento mas
empre mantém o bom humor
Essa foi certamente uma proposta que me pegou de surpresa. Percebi, mais tarde, que outros jovens  sentiam profunda inveja de mim – afinal não havia pedido para ser aprendiz do famoso Maylen, fora escolhido por ele. O fato que eu nunca ter me destacado em nenhuma atividade em particular deixou-os ainda mais irritados. Como lhe disse, a vida de aventuras não era o que esperava para mim. É claro que ficava empolgado quando ouvia histórias de heróis locais como Brielae ou Ethrin, ou mesmo do próprio Maylen, mas nunca me imaginei sendo o personagem principal destas histórias. Por fim, aceitei e, semanas depois, conheci meus colegas de tutela.

A primeira deles era Nalied Lehuts, ou apenas Nali, como a chamávamos. Possuía um espírito corajoso e dedicado. Era extremamente perfeccionista, disciplinada e muito dura consigo mesma. Montava cavalos élficos desde criança e com habilidade maior do que de costume. Meu outro colega era Erial del’Arnid, dono de um conhecimento invejável para a maioria dos anciãos. Seu grande fascínio era a magia. Em sua infância, as fadas da floresta lhe ensinaram segredos há muito tempo guardados. Teve também acesso a livros de civilizações antigas de Mystara, o que fazia com que as pessoas suspeitassem dele, mas estava sempre à procura de mais.

Como pode perceber, meus colegas sim eram representantes excepcionais da raça élfica, e eu em nada me assemelhava com eles. Levantei esse fato para meu mestre após meus frequentes fracassos nos primeiros meses de treinamento:

- Ora Lowi, pois é exatamente nisso que você se diferencia de seus colegas – disse-me Maylen – por acaso não percebe que sua humildade e força de vontade fazem com que você tenha um coração de ouro? Veja por exemplo, Nali, sua agilidade e força são fenomenais, mas sua disciplina excessiva à deixa cega para as coisas que são realmente importantes. Erial, nem se fala, às vezes sinto que ele tem uns quatrocentos anos a mais que eu, tamanho o seu conhecimento, no entanto sua extrema ambição e arrogância já o colocaram e possivelmente o colocarão em outros apuros. Entenda da seguinte forma, Lowi, estou aqui para treinar seu corpo e sua mente. Com relação aos outros estou aqui para treinar seus corações.

Após esse dia passei a me sentir melhor, meu treinamento finalmente começou a dar resultados e pouco a pouco me aproximava do nível de meus colegas. Aprendemos o uso de armas de diversas espécies, magias para todas as situações, leitura de autores elfos e humanos, sobrevivência em situações adversas (principalmente em cidades, que são ambientes muito selvagens para nós elfos), enfim, toda uma infinidade de habilidades que um aventureiro ou defensor deve possuir.

Após uma década de treinamento duro, nosso mestre achou que era hora de nos recompensar pelo esforço dedicado, fato que o fazia sentir-se muito satisfeito:

- Podem interpretar isso como uma “formatura” se isso os agrada – disse-nos Maylen, abrindo uma grande arca que ficava no canto mais desorganizado de sua tenda – mas vocês realmente me impressionaram neste breve tempo que passamos juntos.

Ele retirou do baú três objetos e colocou-os sobre a mesa. Eram armas que pareciam pertencer a uma era antiga e sentíamos que eram imbuídas de grande poder. Após algumas palavras para cada um de nós, falando do quanto aprendemos, Maylen entregou-nos as armas. Deu o arco à Nali, o cajado a Erial e a espada para mim.

- Estas são as Relíquias de Ildossar – prosseguiu Maylen – encontrei-as em minha última aventura em Alfheim, onde infelizmente perdi meus dois companheiros. Em meu desespero por perder meus amigos de tantas aventuras tive vontade de amaldiçoar e destruir estes objetos. Mas antes que pudesse fazê-lo, tive o momento mais incrível de minha vida. O próprio Imortal Mealiden Starwatcher manifestou-se para mim e contou-me a seguinte história:

Erial del'Arnid com sua Relíquia de Ildossar.
“Ó magnífico guerreiro da terra que fundei, abençoado sejas tu por ter encontrado as Relíquias de Ildossar. Pois saibas tu, que esta história nunca fora antes contada. Logo que chegamos à Alfheim, encomendei a Ildossar, meu melhor artífice, que forjasse as mais poderosas armas para que pudesse presentear minha querida Callarii. Os guerreiros que usassem tais armas seriam exímios representantes do Clã Callarii, um grupo de elite, defendendo sua líder e seu povo. No entanto, antes que o artífice pudesse me entrega-las, ele fora assassinado por um elfo das sombras e as relíquias se perderam. Agora, Maylen, tu as encontraste! Leve-as aos Callarii e encontre guerreiros dignos de usá-las”

- Mealiden me incumbiu de encontrar aqueles dentre os Callarii que merecessem possuir as Relíquias de Ildossar. Vocês três são agora seus donos. Conheçam seus poderes e usem-nas com sabedoria. As notícias de Alfheim começam a chegar aqui, o Elfos das Sombras retornaram e agora nosso reino místico está em perigo. Esse é o melhor momento para que os guerreiros das Relíquias de Ildossar ressurjam!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

A Aldeia Élfica de Rifllian

por Rendclaw (www.pandius.com)
Tradução livre de Thiagaum

Os Registros de Lowi Avardan

Ontem enquanto ajeitávamos nossa recém adquirida base de operações, Silvana Rubi me pediu para que contasse minha história. Respondi com certa hesitação seria uma grande honra, mas antes precisaria escrever um resumo sobre o posto comercial de Rifllian, onde passei a maior parte do tempo. Aqui listo algumas das pessoas mais influentes da cidade e da floresta de Radlebb, onde boa parte da população de elfos callarii vive.


Lowi Avardan

Rifllian
Aldeia Comercial Independente, aliada ao Reino de Karameikos

Lady Prestelle Highstar em seus tempos de aventura, hoje
sua aparência se assemelha mais à uma mercadora.
Governo: Mercadora-Chefe Prestelle Highstar (Clériga de Ilsundal), é uma brilhante e astuta aventureira recém-aposentada cuja capacidade de lidar com problemas de forma rápida e eficiente valeu-lhe o manto da liderança para a comunidade durante os últimos dez anos.

Leis: Rei Stefan Karameikos tem com Lady Prestelle um acordo para impor suas leis ao lidar com os humanos e os visitantes da área. Mas quando lidando com sua própria raça, os callarii seguem seus próprios costumes e leis.

População: Aproximadamente 170 elfos e humanos vivem no vilarejo de Rifllian propriamente dito. No entanto por volta de 1.500 elfos e 500 humanos habitam as Florestas de Radlebb à oeste.


Principais atividades: comércio, itens de manufatura élfica (armas, equipamentos, artesanato) e cavalos.

A principal atividade dos elfos callarii é
a criação de cavalos
Forças armadas: Um dos esquadrões da Guarda Élfica mantem residência permanente aqui (25 soldados de infantaria/cavalaria, 15 batedores e um capitão) de modo a manter a paz nos vilarejos do bosque e patrulhar as redondezas. Entretanto, em momentos de crise os elfos podem formar sua própria milícia com aproximadamente 500 membros.

Igrejas notáveis​​: Não existem igrejas organizadas em Rifllian, já que a maioria da população adora suas respectivas deidades em suas próprias maneiras. Prestelle lidera cultos em adoração a Ilsundal, sendo o mais alto membro do ranking do clero na comunidade.


Lojas de equipamentos: parciais, pobres no inverno.

Alojamentos para aventureiros: apenas a Estalagem do Ganso de Prata, dirigida por Stubbs Plattermann (LB, hin). A tarifa e os alojamentos são mais do que a maioria poderia esperar de uma pousada em uma cidade tão pequena, uma verdadeira pechincha (ótimo/bom).

Ladinos e Guildas Notáveis: Nenhum conhecido. Há alguns poucos elfos ladinos em Rifllian, mas maioria deles normalmente rouba comerciantes que trabalham de maneira desonrosa ou que tentam comercializar mercadorias ilícitas, como escravos.


Magos notáveis:
Longbranch Othar (NB, elfo callarii, mago) Othar é um aventureiro aposentado, e tem uma loja de venda de itens mágicos de alta eficácia. Potenciais compradores são secretamente sondados das suas intenções por sua esposa e parceira de negócios, Jalaitha, que dizem poder ler a mente das pessoas (NB elfa callarii, psiônica).

Argentian (LN, humano, adivinhador) Uma pessoa reclusa, Argentian fugiu de Thyatis quando matou um oficial importante, que estava prestes a cometer traição. Vários amigos poderosos do referido oficial teceram a história de modo a fazer Argentian o traidor, e colocaram uma recompensa grande por sua cabeça. Ele vive em Rifllian há apenas alguns meses, e deseja extrair sua família do império.

Maylen Silverbow (CB, elfo de Alfheim, guerreiro/mago) É um elfo brincalhão e jovem, seu poder cresceu rapidamente depois de ter aventurado em Alfheim por várias décadas. Agora, faz "uma pausa" de algumas décadas de suas viagens, e ensina magos aprendizes nas horas vagas. (Maylen será importante em minha história pois foi meu mestre).

Vestimenta comum entre os mercadores de Rifflian:
similar à atual moda de Mirros que combina o thyatiano
e o traladarano, mas com detalhes élficos.
No interior das florestas de Radlebb, as roupas  são
menos luxuosas  e indicam a profissão quem as usa. 




























Personagens importantes:
Brielae Soaringsky (NB elfa callarii guerreira/maga), uma aventureira que faz das florestas de Radlebb sua casa quando não está na estrada ou ajudando seu amigo Ethrin (veja abaixo) em suas missões para Rifllian.

Ethrin Shadowstalker (CB elfo callari, ladino), também um aventureiro e um amigo de Brielae. Ele é frequentemente encontrado viajando através das florestas Radlebb, verificando rumores de goblinóides malvados invadindo as aldeias e casas em torno de Rifllian.

Taya Moonsfall (CB humana, ladina), um ex-moradora do vilarejo de Tanglewood, um assentamento humano que fica dois dias de viagem a oeste da Rifllian. Atualmente, ela está à procura de seu amigo muito próximo e querido, Arravis (NB humano, guerreiro).

Características importantes da cidade: Rifllian se parece com qualquer outra aldeia grande, com várias dezenas de barracas e casas de madeira distribuídas no mesmo padrão das árvores. Lady Prestelle geralmente conduz os negócios de sua grande tenda no centro da vila.

Desenho feito por um artista local da vista de Rifllian a partir da Estrada do Rei.
Conhecimento Local: Embora Rifllian tenha heróis como Brialae Soaringsky e Shadowstalker Ethrin, Lady Prestelle está sempre procurando por aqueles que estão dispostos e capazes de ajudar a defender os que habitam as florestas Radlebb. Qualquer grupo de aventureiros que desejar pode se tornar o que Prestelle chama de Defensores de Rifllian, através da assinatura de contratos de três meses, seis meses, ou um ano completo para serem chamadas a ajudar com qualquer problema que as aldeias ou os habitantes da região possam ter. Isso pode ser por vezes um negócio lucrativo, já que  Prestelle estabelece recompensas de acordo com a dimensão do problema e a eficácia com que é tratado.