quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Os Cavalos Élficos


Os Registros Lowi Avardan


Dos Centauros e os Cavalos



Esses registros são bastante interessantes pois tratam a relação dos elfos com os imponentes centauros, outra raça presente em Karameikos e os graciosos cavalos. Outra informação que deduzo daqui é que, o Rei Stefan I conta com um unidade militar composta apenas de Elfos Callarii, um símbolo da aliança com os humanos. Imagino então que esta unidade seja uma cavalaria, já que o Callarii são especialistas em cavalos.
Lowi Avardan



por Håvard Faanes (www.pandius.com)
Tradução livre de Thiagaum

Os Cavalos Élficos
A tristeza de ter perdido seu amor era aliviada quando
Lady Callarii estava junto destas maravilhosas criaturas
Quando chegou às terras ao sul do Império Níthio, Mealiden Starwatcher e sua comitiva de migrantes sofreram ataques dos habitantes do local e foram forçados a desviarem-se para o oeste através das pastagens de Kerendas. Chegando lá, os elfos ficaram fascinados com os maravilhosos cavalos selvagens que vagavam por aquela terra e fizeram amizade com eles. Os elfos não domesticam animais como os humanos, mas alguns dos cavalos eram levados enquanto viajavam para as Florestas de Traldar. Como os Callarii permaneceram o fascínio pelos cavalos cresceu. Isso foi incentivado pela líder do clã, Lady Callarii. Ela parecia aliviada de parte da tristeza que sentia quando estava em meio aos animais. Como o passar dos séculos, os Callarii tornaram-se mestres cavaleiros e seus cavalos eram admirados por todos.
Os Centauros e os Elfos são aliados
eternos

Os Centauros também se mudaram para Karameikos. Eles vieram dos grandes Canados de Ethengar ao norte. Eles deram conselhos aos elfos sobre como criar os melhores cavalos.

Mas um dia os Centauros já foram aos elfos um problema. Uma praga estranha assolava a terra (A Peste da Licantropia de 425AC). Ela acometeu os humanos, em sua maioria, levando-os a assumir a forma de animais predadores e fazendo-os voltar-se para o mau. Alguns diziam que os dias dos Homens-Fera tinham retornado. Outros acreditavam que uma maldição ancestral taymorania que havia sido rogada sobre eles. Os elfos pareciam ser imunes a esta doença, mas alguns centauros foram afetados. Os elfos trouxeram os centauros para a guardiã de sua árvore, que foi, depois de um tempo, capaz de encontrar uma cura. No entanto, não era uma cura completa. Os centauros que tinham sido curados não foram mais afetados pela loucura provocada pela doença, mas ainda eram capazes de mudar a sua forma entre Centauro e cavalo. Assim, os Chevalls nasceram. Estes se tornaram sábios e xamãs de suas tribos.

Para agradecer os elfos, os Chevalls, que adquiriram uma compreensão ainda mais profunda sobre os cavalos, devido às suas capacidades de transformação, tinham uma proposta. Com a ajuda dos unicórnios eles criaram um novo tipo de cavalo para os elfos. Estes cavalos, criaturas mágicas em sua essência, tornaram-se conhecidos como cavalos élficos, e eram muito superiores até mesmo em comparação com os melhores cavalos comuns. Os elfos entendiam que tais equinos simbolizavam a amizade eterna entre eles e os Centauros. Os Chevalls e os unicórnios concordaram que aos elfos apenas seria permitido montar estes magníficos animais. No entanto, 400 anos depois, Lady Callarii (que ainda era a líder do clã) ordenou que alguns destes cavalos fossem levados para Alfheim como um presente a seus aliados e amigos naquele novo Reino Silvestre ao norte.
Os Cavalos Élficos criados pelos Callarii são imbatíveis



domingo, 2 de dezembro de 2012

Informações sobre os Elfos de Mystara


Os Registros Lowi Avardan




Símbolo de Ilsundal, usado por
 muitas comunidades élficas
O intuito destes registros é transmitir a história do clã Callarii, ao qual pertenço. No entanto é importante apresentar inicialmente a história de dois Imortais élficos: Ilsundal e Mealiden. A origem dos elfos Callarii é apresentada na Fábula de Lady Callarii. Um ponto interessante é que a história de nosso clã está diretamente relacionada com criação do Reino de Alfheim. Há algumas localidades citadas que não são descritas, no entanto elas são, a meu ver, irrelevantes para a nossa campanha. Em  registros futuros, escreverei sobre a Árvore da Vida dos elfos.
Lowi Avardan







Por Håvard Faanes e Marco Dalmonte (http://www.pandius.com)
Tradução livre de Thiagaum

Ilsundal, o Sábio
Ilsundal foi um dos últimos elfos nascidos em Evergrun antes da grande chuva de fogo elimina-la. Após o cataclismo mudou-se para Grunland (atual Vulcania) com a maioria dos elfos sobreviventes, mas logo a tolice dos Blackmoors (civilização humana antiga de magos que alcançaram tecnologias que não são nem mesmo sonhadas pelo atual povo de Mystara, e responsáveis pelo cataclisma) surgiu em Grunland também. Discursando como um sábio da antiga filosofia élfica focada na adoração da natureza, Ilsundal rejeitou a tecnologia dos Blackmoor em favor de um retorno à magia e logo reuniu o apoio de uma ampla facção dos elfos que se autodenominam os Retornistas.

Prevendo a destruição que aguardava aqueles que se recusassem a abandonar o costume dos Blackmoor, Ilsundal convenceu seus seguidores a deixar Grunland antes que fosse tarde demais e liderou uma grande migração ao norte, buscando uma terra prometida onde eles poderiam começar de novo e forjar uma nova aliança com as forças da natureza. Os Retornistas deixaram Grunland em 2800 AC e viajaram muito além de dois continentes (Davania e Brun), chegando finalmente à terra prometida no canto noroeste de Brun e estabelecendo o Reino Silvestre em 2100 AC.

Aclamado como líder iluminado de toda a nação, Ilsundal descobriu os segredos para a imortalidade na sua velhice e embarcou no Caminho da Exemplar. Somente após a criação da Árvore da Vida (um artefato sagrado que ele deixou para seu povo como herança para orientá-los e uni-los para sempre) e de ser reconhecido o mago mais poderoso de seu reino, Ilsundal alcançou a imortalidade em 1800 AC, o elfo mais velho que já existiu.

A partir desse momento ele se tornou o patrono mundial dos elfos, sabedoria e magia élfica. Manifestou-se em muitas civilizações diferentes de elfos, sempre pregando um retorno às velhas formas pacíficas da natureza.

Ilsundal: o Imortal patrono dos Elfos de Mystara. Viveu mais de mil anos e foi o mago mais poderoso do mundo.
Mealiden Starwatcher
Durante sua vida mortal, Mealiden era um aventureiro elfo que viveu no Reino 
Silvestre. Quando sua terra natal tornou-se cercada por nações humanas ameaçadoras que se levantaram ao longo das fronteiras, deixando os elfos ficaram sitiados em seu paraíso, Mealiden concentrou seus esforços em encontrar uma forma de que seus semelhantes pudessem fugir. Até que ele descobriu o Caminho do Arco-Íris.

Depois de assegurar a aprovação Ilsundal a sua jornada épica, foi-lhe concedida pela divindade nove mudas similares à Árvore original da Vida, com a finalidade de dar uma relíquia a cada um dos clãs que o seguiriam através do Caminho do Arco-Íris. Ele liderou a maioria dos elfos para fora do Reino Silvestre pelo portal mágico do Caminho do Arco-Íris em 800 AC chegando ao canto sudoeste porção de terra atualmente conhecida como Thyatis.

Depois de serem afugentados pelos humanos que habitavam aquelas terras (Níthios), eles foram ajudados pelos elfos que já viviam na área (os Vyalia, descendentes daqueles que se separaram da migração Ilsundal de 1300 anos antes), e por um breve tempo se estabeleceram em suas florestas. Depois, Mealiden guiou seus seguidores para o norte, até que encontrou uma planície vazia no coração da atual República de Darokin. Lá, os magos élficos começaram a usar sua poderosa magia para mudar o clima e, em menos de um século uma floresta exuberante surgiu: Canolbarth.

Quando os rituais foram concluídos, Mealiden foi saudado como primeiro monarca do novo Reino de Alfheim em 700 AC. Reinou sabiamente e protegeu a seus semelhantes por mais de 400 anos, tornando-se também o mago mais poderoso da região, especialmente após a queda de Nithia em 500 AC. Depois de criar um artefato único, o Ovo da Fênix, Mealiden abdicou em favor de seu sucessor, Alevar, em 350 AC, e concluindo com êxito o Caminho do Exemplar depois de um século, ele foi finalmente aclamado como Imortal por seus descendentes.

A partir desse momento, ele atua como guarda-costas de Ilsundal, e nunca parou de proteger os elfos de Alfheim, estendendo a sua tutela também para muitas outras comunidades élficas da Costa Selvagem.

A Fábula de Lady Callarii
Os elfos de Ilsundal viveram em paz por muitos anos no Reino Silvestre que o seu campeão Imortal tinha-lhes provido. No entanto, o rei Mealiden começou a ficar inquieto, pois desejava outro destino para seu povo. Ele descobriu o Caminho do Arco-Íris e liderou aqueles que o seguissem para uma nova parte do mundo. Assim como, no passado, Ilsundal livrou os elfos de Grunland. Milhares de elfos decidiram seguir seu rei.

Acompanhando Rei Mealiden, estava também sua amante, Lady Callarii. Ela era justa e sábia, e como alguns diziam uma grande líder assim como Mealiden era. Os elfos viajaram pelo Arco-Íris até o local onde é atualmente o Império de Thyatis. Na época a região era governada pelos antigos Nithios que atacaram os elfos, empurrando-os para o oeste. Apesar de terem sido ajudados por outros elfos, chamados Vyalia, era claro que o povo de Mealiden não poderia ficar lá por muito tempo. O rei decidiu continuar sua grande migração para o norte em direção às planícies de Canolbarth onde ele fundou seu novo seu novo reino, que recebeu o nome de Alfheim. Porém, muitos elfos estavam feridos, velhos ou jovens demais para viajar.

O Rei Mealiden Starwtcher liderou os elfos em
busca de uma nova terra e fundou Alfheim.
No entanto, teve que se separar de seu grande amor
Muitos então decidiram permanecer para proteger esses elfos que não podiam viajar. Eles pediram ajuda à Lady Callarii, pois disseram-lhe que era a única que poderia lidera-los. Lady Callarii foi forçada a escolher entre seu grande amor e as pessoas que dependiam dela. No final, ela escolheu o povo, mesmo sabendo que a tristeza de seu amor perdido permaneceria com ela nas décadas que se seguiram. A terra na qual estes elfos se estabeleceram era conhecida como Traldar. Os humanos já viviam lá, falavam de velhos tempos de glória sob o reinado de um rei Halav e seus companheiros. Os elfos foram autorizados a permanecer em suas florestas. Eles formaram um clã nomeando-se simplesmente de Elfos de Callarii.

Porém os elfos guardam um grande segredo. Mealiden não tinha sido indiferente à escolha do seu amor. Como presente de despedida ele lhe deu um dos ramos da Árvore de Ilsundal, a relíquia mais sagrada dos elfos, para que os Callarii pudessem plantar sua própria Árvore de Vida. Diz-se que esta Árvore da Vida, conhecida como a Árvore dos Callarii tem poderes únicos, diferentes das outras árvores da Vida.

Lady Callarii eventualmente alcançou a imortalidade como uma heroína épica e se tornou patrona de seu clã e da equitação. Ela é lembrada por sua solene, porém sábia regência. Muitas vezes representada ao lado de um cavalo já que os Callarii são famosos criadores de cavalos e os consideram animais sagrados.

Carta de Lowi Avardan a Sellon Ivorein


Threshold, 11 de Eirmont de 1012 (calendário thyatiano)

Caro amigo Selleon Ivorein (Elfo de Alfheim),

Perdoa-me pela demora em mandar-te notícias, Selleon. Acontece que somente agora me estabeleci com firmeza e recursos suficientes para planejar os próximos passos de minha missão.

Como é de teu conhecimento, passaram-se dois meses desde que parti (Ambyrmont) de Rifllian após ouvir sobre a tragédia que assolou a ti e teus companheiros. Encontrei em minha breve jornada amigos pelos quais daria minha a vida e que também dariam a deles por mim. Creio que vale a pena citar seus nomes, pois seguramente tornar-se-ão personalidades notáveis de Karameikos e talvez até mesmo de Mystara.

Falo primeiro do jovem mais corajoso que já conheci. Afirmo que mesmo que alguém seja um dia tão bravo quanto Alex TinderOwl de Verge, nunca será como ele. Logo que parti, pousei em Verge por dois ou três dias e nesse tempo assisti a um interessantíssimo costume do povo traladarano – o chamado Rito da Fenda, uma cerimônia simples, porém carregada de significado. O rapaz deve retornar à sua família, quando construir seu nome. Falei-lhe de meus objetivos e ele aceitou acompanhar-me de muito boa vontade, pois reconhecia a nobreza dessa empreitada e a necessidade por se fazer justiça. Alex e eu passamos a maior parte do tempo juntos, ora aprendendo um com o outro, ora defendendo a vida um do outro.

A região possui mais comunidades silvestres do que imaginava, onde vivem humanos e diversas espécies feéricas. Num deles, pude encontrar Darius, o paciente. Sempre me comovo quando vejo um humano que escolhe dedicar toda a sua vida ao meio-ambiente. Nós elfos vivemos em comunhão com a floresta, mas retiramos nossa verdadeira força da magia. Aprendi com Darius que a natureza tem poder tanto para a destruição como para a proteção e penso que os elfos poderiam voltar-se mais a isso. Conhecemos há uma semana outro druida, que vive no pequeno povoado de Eltan’s Spring. Seu nome é Bertrak e, no memento, ele e Darius trabalham juntos para restaurar a vegetação próxima ao povoado que foi destruída por uma ignóbil bruxa.

Há também Silvana Rubi, uma admirável traladarana por quem admito sentir algo mais do que mera amizade. Ela é formosa, astuta, sedutora e conhecedora da magia. Minhas mãos até tremem um pouco enquanto escrevo sobre ela. Ainda desconheço seus objetivos e aspirações, mas ela tem demonstrado crescente interesse em mim e meus amigos, talvez ela também esteja se comovendo pela causa élfica.

Não poderia também deixar de falar de Sorian Valonir, um irmão Elfo. Conheci-o há três dias, e o valoroso patrulheiro salvou minha vida, mesmo tendo a consciência de que ao fazê-lo, estaria se desviando de sua missão. Tenho-lhe muita gratidão. Sua origem me é desconhecida, mas suas feições são Callari. Sua família não dever ser de Rifllian nem de Radlebb, caso contrário eu o conheceria. Acredito que este novo amigo se mostrará um fiel companheiro de aventuras.

Conheci também Liandra Beleren, uma estudante da Escola Karameikana de Artes Arcanas. Sei que se trata de uma boa pessoa, mas a situação em que nos encontramos e a maneira como se porta levanta suspeita de minha parte. Tenho várias perguntas das quais ela sempre encontrar um meio de se esquivar – possivelmente o que a ensinam na academia. Qual o interesse da EKAA nessas redondezas? Como os magos humanos frequentemente enxergam a magia como forma de poder, usando-a para propósitos vis, ficarei de olhos bem abertos sobre Liandra.

No entanto, não conheci apenas amigos nestes dois meses. Karameikos está, infelizmente, infestada de perigos e criaturas malignas. Goblins espreitam atrás das árvores os viajantes incautos, trabalhando para seres mais poderosos, como a bruxa que mencionei. Conheci um gnomo que usava magia para criar um troll ilusório e cobrava pedágio dos transeuntes de uma ponte. Há também um halfling com quem viajei por alguns dias – um grande aproveitador que se porta de maneira desleixada e inconsequente, a vadiagem é seu modo de vida.

E há também um terror maior que todos esses – o Anel de Ferro – uma guilda de escravocratas que sequestram e vendem pessoas para o exterior. Nossas atividades em Threshold têm afetado seus negócios criminosos, mas não se aflija Selleon, temos meios para combatê-los. Uma organização como esta certamente conta com o apoio político e se beneficia dos ambientes urbanos humanos. No entanto, este é um tema ainda delicado, pois Aleena, co-governadora da cidade têm nos dado muito apoio, e é possível até que estejamos a poucos passos de nos encontrarmos pessoalmente com seu tio, o Barão de Halaran. O melhor será não nos envolvermos na política de Threshold por hora.

Com relação à nossa missão, tenho feito alguns progressos significativos. Descobri que nas florestas próximas à Threshold há um túnel que aparentemente se conecta com Alfheim. Ajudamos uma mulher fugitiva que provavelmente era escrava dos Drows. Infelizmente, nós a encontramos num estado lastimável e creio que sua mente sofreu fortes abalos pelo seu quebranto e sua fuga. Hoje ela vive feliz com as fadas da floresta. Mas nos preocuparemos com isso mais tarde.

Na semana passada, conversei com Madame Cardia, uma mercadora daqui de Threshold que disponibiliza um serviço bastante útil: viagens de tapete voador. Negociei com ela duas viagens para Alfheim em troca de um artefato que encontrei. Sei que ainda não será possível fazer muito coisa, mas o conhecimento da situação e a eventual oportunidade de ajudar outros fugitivos valerão a pena. Por sinal, Madame Cardia disse que seria grande ajuda possuir um mapa para adentrarmos Alfheim. Peço a gentileza de que elabore algo dessa natureza para mim, Selleon, junte-se com seus companheiros e tente fazê-lo de maneira mais detalhada possível – eu o agradeceria muito.

Sobre Melissa, ainda não encontrei muita informação. Eu também fiquei muito preocupado quando ela inventou aquela história de buscar por seu misterioso professor de magia. Ouvi falar que ela também viaja acompanhada de um grupo – espero que sejam amigos fiéis como os meus – e que adotou o sobrenome de seu suposto mestre: Moonstar. Mas não se preocupe meu caro Selleon, não imagino que se trate um amante. É um costume humano que os alunos, depois de aceitos por seus mestres adotem seu nome para mostrar que são seus protegidos. No entanto, como deve ter notado, Moonstar é um nome élfico. Sim... isso também me deixa perplexo.

Essas são as notícias que tenho por hora, meu amigo. Continuarei trabalhando em minha missão e nos encontraremos em breve, assim que retornar de Alfheim. Aguardo tua resposta (não se esqueça do mapa, por favor, um rascunho já será útil), envie-a para o antigo moinho da Ilha Fogor, em Threshold. Desejo-te e aos seus companheiros força e perseverança nessa reconstrução de vossas vidas.

Lowerdin Avardan

Calendário


Datas Importantes:

Ano Novo: 1º de Nuwmont
Temporada de Chuvas: de Vatermont a Thaumont
Inicio da Primavera: 1º de Thaumont
Caravana dos Gnomos: Partida - 1º de Thaumont de Highforge à Mirros; Grande Feira - 11 a 15 do mesmo mês.
Temporada de Navegação: 1º de Thaumont
Dia do Monstro: 1º de Felmont
Grande Chuva de Meteoros: de 24 a 27 de Felmont
Aniversário do Rei: 28 de Sviftmont
Dia do Temor: 28 de Kaldmont



sábado, 1 de dezembro de 2012

Eltan's Spring

Uma pacata cidade traladarana famosa por sua cerveja suave!


Eltan's Spring vista aéria.

Pessoas Importantes:

Gernon, o ancião da vila
Faust, o ferreiro
Boltac, o sapateiro
Lissele proprietária da taverna O Jarro e a Taça
Bertrak, o druida

Locais:

O Jarro e a Taça tradicional taverna local que produz sua própria cerveja. Vem sendo passada de geração a geração pelo Clã Durgovitch. É conhecida pela cerveja de qualidade e portanto seu preço também é diferenciado. A taberna sede espaço para os eventos públicos e a data de sua fundação marca o aniversário da vila.


Coureiro Boltac é conhecido até mesmo em Threshold por seu excelente trabalho no couro. As encomendas de sandálias garantem trabalho para o ano todo.

Ferreiro treinado desde jovem por bons ferreiros de Threshold, Faust veio para a região assim que o vilarejo foi fundado.

Moinho espaço público comum dos fazendeiros e habitantes de Eltan's Spring.

Fatos Históricos:


Recentemente as fazendas de Eltan's Spring sofreram com uma grande praga devido ao comportamento insano do druida local, Bertrak que havia sido enfeitiçado por uma terrível bruxa.
Os estoques de trigo e demais produtos começaram a ficar escassos e com a racionalização do que estava estocado os preços começaram a subir. Felizmente um grupo de aventureiros resolveu o problema quebrando o feitiço que acometia o druida.



Moedas de Karameikos

Fique de olho em suas finanças!


Moedas de Karameikos II

Fique de olho em suas finanças!