Os Registros Lowi Avardan
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| Símbolo de Ilsundal, usado por muitas comunidades élficas |
Lowi Avardan
Tradução livre de Thiagaum
Ilsundal, o Sábio
Ilsundal foi um dos últimos elfos nascidos em Evergrun antes da grande chuva
de fogo elimina-la. Após o cataclismo mudou-se para Grunland (atual Vulcania)
com a maioria dos elfos sobreviventes, mas logo a tolice dos Blackmoors
(civilização humana antiga de magos que alcançaram tecnologias que não são nem
mesmo sonhadas pelo atual povo de Mystara, e responsáveis pelo cataclisma) surgiu
em Grunland também. Discursando como um sábio da antiga filosofia élfica focada
na adoração da natureza, Ilsundal rejeitou a tecnologia dos Blackmoor em favor
de um retorno à magia e logo reuniu o apoio de uma ampla facção dos elfos que
se autodenominam os Retornistas.
Prevendo a destruição que aguardava aqueles que se recusassem a
abandonar o costume dos Blackmoor, Ilsundal convenceu seus seguidores a deixar
Grunland antes que fosse tarde demais e liderou uma grande migração ao norte, buscando
uma terra prometida onde eles poderiam começar de novo e forjar uma nova
aliança com as forças da natureza. Os Retornistas deixaram Grunland em 2800 AC
e viajaram muito além de dois continentes (Davania e Brun), chegando finalmente
à terra prometida no canto noroeste de Brun e estabelecendo o Reino Silvestre
em 2100 AC.
Aclamado como líder iluminado de toda a nação, Ilsundal descobriu os
segredos para a imortalidade na sua velhice e embarcou no Caminho da Exemplar.
Somente após a criação da Árvore da Vida (um artefato sagrado que ele deixou
para seu povo como herança para orientá-los e uni-los para sempre) e de ser
reconhecido o mago mais poderoso de seu reino, Ilsundal alcançou a imortalidade
em 1800 AC, o elfo mais velho que já existiu.
A partir desse momento ele se tornou o patrono mundial dos elfos,
sabedoria e magia élfica. Manifestou-se em muitas civilizações diferentes de elfos,
sempre pregando um retorno às velhas formas pacíficas da natureza.
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| Ilsundal: o Imortal patrono dos Elfos de Mystara. Viveu mais de mil anos e foi o mago mais poderoso do mundo. |
Durante sua vida mortal, Mealiden era um aventureiro elfo que viveu no
Reino
Silvestre. Quando sua terra natal tornou-se cercada por nações humanas ameaçadoras que se levantaram ao longo das fronteiras, deixando os elfos ficaram sitiados em seu paraíso, Mealiden concentrou seus esforços em encontrar uma forma de que seus semelhantes pudessem fugir. Até que ele descobriu o Caminho do Arco-Íris.
Silvestre. Quando sua terra natal tornou-se cercada por nações humanas ameaçadoras que se levantaram ao longo das fronteiras, deixando os elfos ficaram sitiados em seu paraíso, Mealiden concentrou seus esforços em encontrar uma forma de que seus semelhantes pudessem fugir. Até que ele descobriu o Caminho do Arco-Íris.
Depois de assegurar a aprovação Ilsundal a sua jornada épica, foi-lhe concedida
pela divindade nove mudas similares à Árvore original da Vida, com a finalidade
de dar uma relíquia a cada um dos clãs que o seguiriam através do Caminho do Arco-Íris.
Ele liderou a maioria dos elfos para fora do Reino Silvestre pelo portal mágico
do Caminho do Arco-Íris em 800 AC chegando ao canto sudoeste porção de terra
atualmente conhecida como Thyatis.
Depois de serem afugentados pelos humanos que habitavam aquelas terras
(Níthios), eles foram ajudados pelos elfos que já viviam na área (os Vyalia,
descendentes daqueles que se separaram da migração Ilsundal de 1300 anos antes),
e por um breve tempo se estabeleceram em suas florestas. Depois, Mealiden guiou
seus seguidores para o norte, até que encontrou uma planície vazia no coração
da atual República de Darokin. Lá, os magos élficos começaram a usar sua
poderosa magia para mudar o clima e, em menos de um século uma floresta exuberante
surgiu: Canolbarth.
Quando os rituais foram concluídos, Mealiden foi saudado como primeiro
monarca do novo Reino de Alfheim em 700 AC. Reinou sabiamente e protegeu a seus
semelhantes por mais de 400 anos, tornando-se também o mago mais poderoso da
região, especialmente após a queda de Nithia em 500 AC. Depois de criar um
artefato único, o Ovo da Fênix, Mealiden abdicou em favor de seu sucessor,
Alevar, em 350 AC, e concluindo com êxito o Caminho do Exemplar depois de um
século, ele foi finalmente aclamado como Imortal por seus descendentes.
A partir desse momento, ele atua como guarda-costas de Ilsundal, e nunca
parou de proteger os elfos de Alfheim, estendendo a sua tutela também para
muitas outras comunidades élficas da Costa Selvagem.
A Fábula de Lady
Callarii
Os elfos de Ilsundal viveram em paz por muitos anos no
Reino Silvestre que o seu campeão Imortal tinha-lhes provido. No entanto, o rei
Mealiden começou a ficar inquieto, pois desejava outro destino para seu povo.
Ele descobriu o Caminho do Arco-Íris e liderou aqueles que o seguissem para uma
nova parte do mundo. Assim como, no passado, Ilsundal livrou os elfos de
Grunland. Milhares de elfos decidiram seguir seu rei.
Acompanhando Rei Mealiden, estava também sua amante, Lady
Callarii. Ela era justa e sábia, e como alguns diziam uma grande líder assim
como Mealiden era. Os elfos viajaram pelo Arco-Íris até o local onde é
atualmente o Império de Thyatis. Na época a região era governada pelos antigos
Nithios que atacaram os elfos, empurrando-os para o oeste. Apesar de terem sido
ajudados por outros elfos, chamados Vyalia, era claro que o povo de Mealiden
não poderia ficar lá por muito tempo. O rei decidiu continuar sua grande
migração para o norte em direção às planícies de Canolbarth onde ele fundou seu
novo seu novo reino, que recebeu o nome de Alfheim. Porém, muitos elfos estavam
feridos, velhos ou jovens demais para viajar.
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| O Rei Mealiden Starwtcher liderou os elfos em busca de uma nova terra e fundou Alfheim. No entanto, teve que se separar de seu grande amor |
Porém os elfos guardam um grande segredo. Mealiden não
tinha sido indiferente à escolha do seu amor. Como presente de despedida ele
lhe deu um dos ramos da Árvore de Ilsundal, a relíquia mais sagrada dos elfos,
para que os Callarii pudessem plantar sua própria Árvore de Vida. Diz-se que
esta Árvore da Vida, conhecida como a Árvore dos Callarii tem poderes únicos,
diferentes das outras árvores da Vida.
Lady Callarii eventualmente alcançou a imortalidade como uma heroína
épica e se tornou patrona de seu clã e da equitação. Ela é lembrada por sua
solene, porém sábia regência. Muitas vezes representada ao lado de um cavalo já
que os Callarii são famosos criadores de cavalos e os consideram animais
sagrados.



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